Siga na sua luz, mesmo que ela ofusque alguns olhos

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Siga na sua luz, mesmo que ela ofusque alguns olhos

Luz, farol, brilho
Sombras e Verdade…

Em tempos de desconfianças, quaisquer movimentos em direção a própria salubridade e sanidade podem ser considerados abusivos e vistos como invasivos. Se os mesmos forem usados para infringir aos outros quaisquer tipos de mal-estar, sim. Cabe aqui uma análise dos porquês, para que não se cometam injustiças e julgamentos.

Vejamos o outro lado da moeda.

Ir até as respostas, não significa ser agressivo. A justificativa se dá dentro de um contexto muito maior, onde por vezes, à análise somente daquilo que se é falado não traz luz e sim mais dúvidas. Principalmente, quando as ações e fatos não condizem com tais falas.

Perguntas respondidas com outras perguntas são lindas em debates filosóficos, onde buscamos o nosso “eu” e úteis quando políticos querem lhes dar “um perdido” para confundirem, mas em relações interpessoais é cruel e traz sofrimento.

Dar de ombros? Hum… saída interessante para os covardes, mas, a verdade ainda é o caminho que traz satisfação e aprendizado. Sempre! Quaisquer outras coisas são falácias vazias, vindo de pessoas mais vazias ainda. Vazias de essência, mortas na alma. Deve ser por isso que vivemos tempos líquidos, pois, tudo é “fingir demência e abstrair”. Essa manobra é válida sim em alguns casos, mas, não deveria ser o único meio de se resolver questões na vida.

Correr atrás da própria lucidez justifica sim e traz alívio, mas, pode ser ofensivo para aqueles que preferem te ver nas sombras de suas colocações que sempre são as únicas que valem, no parecer deles.

Enxergar “fora da caverna”

E ao fim, ainda se sentirão ofendidos e acuados, ao se depararem que já não aceitamos o cabresto em nós colocado. E sim, a verdade é boa, mesmo que venha de forma ruim. Nos ensina a enxergar “fora da caverna” e nos faz querer sempre tê-la.

Deve-se somente ter o cuidado de se proteger. Alguns detestam ser desmascarados e farão de tudo para lhes hostilizarem e lhes acuarem. Os chamarão de loucos(as), acharão que vocês pertencem ao mesmo ”saco de farinha” que eles, por terem aceitado durante um tempo suas “falácias ilusórias”. Mas não, nós queremos a verdade, somente, e isso é demais para eles.

Enxergam somente a própria sombra que os perseguem todo santo dia. Cultivam como o único caminho a ser trilhado. Um vício. Amaldiçoados por seus fantasmas. E acreditam que outros devam segui-los, pois, no final, sempre se sentem sozinhos, são humanos também.

São ardilosas em suas simpatias. Falam bonito, e ao serem grossos, acham que é sinceridade, mas, são apenas os seus ácidos necessitando ser expelidos, pois, senão, se autocorroem. Ao ser questionados, se esquivam, não podem suportar a resposta real, necessitam das nossas fragilidades, do nosso sentir e que estamos ficando insanos, se deixarmos, acabamos ficando. Coitados, apenas.

Não são do mal, almas perdidas e não querem ser encontradas.

Ao depararem que já não podem mais, fogem e correm atrás de outros e assim vão se alimentando. Infelizmente, fomos criados num mundo onde andar nas sombras alheias é normal, iguais a cordeiros no pasto esperando somente o chamado do pastor. São os alvos perfeitos para manter a engrenagem em andamento.

No entanto, advirto, quando decidirem andar na luz, lembrem-se, irão ofuscar os olhos daqueles que optaram pelas sombras. Eles vão tentar lhes conter. Não gastem energia e tempo se preocupando com isso…

Sigam na sua luz e ofusquem sim!

Aproveite para ler: Top of the Mind…e o que deixamos de lembrar?


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Rubia Zanettini

Nascida em Capão Bonito, interior paulista. Uma “pé vermeio” com muito orgulho. Não sou jornalista e não sou escritora. Prefiro me definir como escrevedora. Escrever é um atrevimento e por amor tão somente. Formada professora nos bancos da escola. Micro empresária na área de Informática. Apreciadora de artes.

Meus textos basicamente são conversas com os leitores. Acredito que todos têm a contribuir com suas vivências. Cada ser carrega isso dentro de si, apenas esperando o despertar correto, que possam vir através das letras em forma de diálogos.

Nada é estático ou absoluto no Universo. Meus textos buscam esse foco. Sinto por vezes, que o nosso planeta, no nível de consciência humana, está à parte dele, e isso tem nos deixado perdidos quanto a nossa verdadeira missão ao ter vida, que é simplesmente viver, evoluir, sem transgredir nossas raízes ancestrais e culturais. Se conhecer, aprimorar e crescer.”

Saiba mais sobre Rúbia

 

 

Rubia Zanettini
Rubia Zanettini
Nascida em Capão Bonito, interior paulista. Uma “pé vermeio" com muito orgulho. Não sou jornalista e não sou escritora. Prefiro me definir como escrevedora. Escrever é um atrevimento e por amor tão somente. Formada professora nos bancos da escola. Micro empresária na área de Informática. Apreciadora de artes. "Meus textos basicamente são conversas com os leitores. Acredito que todos têm a contribuir com suas vivências. Cada ser carrega isso dentro de si, apenas esperando o despertar correto, que possam vir através das letras em forma de diálogos. Nada é estático ou absoluto no Universo. Meus textos buscam esse foco. Sinto por vezes, que o nosso planeta, no nível de consciência humana, está à parte dele, e isso tem nos deixado perdidos quanto a nossa verdadeira missão ao ter vida, que é simplesmente viver, evoluir, sem transgredir nossas raízes ancestrais e culturais. Se conhecer, aprimorar e crescer." Saiba mais sobre Rúbia    
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